8 responses to “Um corpo na multidão: do molecular ao vivido”

  1. […] de corpos” de Saulo foram elaboradas para ressoar juntamente com a minha produção “Um corpo na multidão” produzidas para a apresentação que fizemos na Jornada Reich de 2010 do Instituto Sedes […]

  2. […] Agregando a linguagem das ciências à gramática da produção de corpos Um corpo na multidão […]

  3. […] Agregando a linguagem das ciências à gramática da produção de corpos Um corpo na multidão […]

  4. […] um de nós é um lugar, um aqui. (consulte o nosso artigo Um corpo na Multidão). Para começar a aprofundar e organizar melhor esse lugar, organize um fora, só isso. O que […]

  5. […] ali… É um jogo. E as redes vão se formando entre as pessoas que pensam assim – isso é a multidão. São as ressonâncias, a produção de rede, as colaborações. A idéia de colaborar é […]

  6. […] do nossa vida individual. Começamos a nos identificar como produtores de ambientes (leia mais em: Um corpo na Multidão) a partir dessa potência produtiva dos corpos que estamos identificando em nós. Estamos […]

  7. […] estratégias para vivenciar-nos como corpos na multidão é fonte de potência. O mercado é regido e explorado por uma pequena rede de poder global, o 1%. […]

  8. […] clara para mim: a internet que criamos e fizemos foi capturada pelas grandes corporações e pelas forças modeladoras do capitalismo (leia o link antes de comentar, peloamor, não tem nada de marxista aqui). Que, sim, tentam […]

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