4 responses to “Um agenciamento conceitual para honrar e estimular a biodiversidade subjetiva”

  1. […] Em quatro workshops, com duração de um final de semana, Regina Favre trabalhará com a Anatomia Emocional e o Método do Corpar, de Stanley Keleman, gerados nos anos 60, e atualizados por ela para os dias de hoje. […]

  2. […] desenvolvendo, com linguagem, imagens, vídeos, blogs dos grupos (fechados), uma teoria viva para o conceito de Biodiversidade Subjetiva. Nela, o corpo se evidencia como um lugar na biosfera, perigosamente capturável e poderosamente […]

  3. […] formativo de modo a fazê-lo caber numa caixa de ferramentas que lidasse com a produção de corpo no contemporâneo. Com o tempo, tornou-se um interlocutor e, há alguns anos, já, estudamos […]

  4. […] “Os corpos não são mobílias no espaço. Tudo se faz no encontro dos corpos… isso é co-adaptação” REGINA FAVRE,  Uma dramaturgia do conhecimento:na imensa muvuca universal,formando nosso pequeno mundo – 2014  “Acredito que os saberes corporais e práticas, tais como nós os concebemos hoje estão enraizados na Europa, em meados do século XIX, como um subproduto da sociedade industrial. A mudança da produção artesanal para a produção industrial remodelou completamente as tradições culturais e artísticas, as concepções sobre forma e linguagem, valores, aparência das cidades, ruas, casas, seus interiores, exigindo das pessoas um novo uso de seus corpos para produzir e incorporar todas estas realidades.” REGINA FAVRE, Laboratório do Processo Formativo, São Paulo – julho/2007 […]